Saiba como realizar um plano de exportação eficiente

plano de exportação
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O plano de exportação deve figurar entre as prioridades dos gestores envolvidos em transações internacionais. De forma geral, o documento funciona como um mapa: todos os passos para viabilizar o escoamento das mercadorias vendidas estão devidamente sintetizados no arquivo.

Se você ainda não conhece os detalhes do planejamento e, por isso, tem dúvidas a respeito da relevância do método, é hora de mergulhar no assunto para, em seguida, desfrutar dos benefícios dessa prática.

Neste post, você entenderá o conceito e a importância do plano de exportação na rotina logística. Além disso, terá acesso a um conjunto de dicas para formular o seu, agregando previsibilidade e consistência às operações de comércio exterior. Aproveite a leitura e bons insights!

O que é e qual a importância do plano de exportação?

O mercado internacional é volátil e desafiador. Não é nenhum exagero afirmar que, para que sejam bem-sucedidas e rendam lucros expressivos ao agente exportador, as negociações entre empresas de nacionalidades distintas exigem uma boa dose de planejamento — além de, é claro, muita disposição e conhecimento.

O plano de exportação é, portanto, um reflexo cristalino dessa demanda. O documento funciona como uma espécie de mapeamento estratégico, responsável por relacionar a estrutura necessária à exportação de cargas. Da produção à entrega da mercadoria, passando por autorizações legais e modais de transporte, é preciso ponderar e detalhar toda a jornada logística dos produtos comercializados.

Na prática, o plano de exportação se assemelha a um plano de negócios — pois deve relacionar, por exemplo, os recursos físicos, humanos e financeiros disponíveis, bem como o objetivo de cada ação programada. A aplicação, por sua vez, também é análoga: ambos têm a missão de nortear o desenvolvimento saudável de processos, negócios e empresas. 

Diante disso, fica fácil entender a importância de apostar no plano de exportação para orientar as transações internacionais: sem ele, a empresa corre riscos desnecessários e está mais suscetível a erros. Em um mercado cada vez mais competitivo, foque em estruturar uma operação enxuta e em otimizar recursos. Seu fluxo de caixa agradece!

Como realizar um plano de exportação?

Não existe segredo: a elaboração de um bom plano de exportação conta com etapas bem definidas. Em primeiro lugar, é preciso manter uma visão ampla e, assim, permitir a avaliação de fatores externos à operação da empresa. 

A taxa de câmbio, por exemplo, pode ser uma oportunidade ou uma ameaça, a depender dos termos da negociação — e todas as variáveis devem compor o escopo do trabalho. Obrigações legais, por sua vez, também têm impactos nas transações internacionais e devem ser ponderados com cautela.

Parece muito complexo? Respire fundo: para ajudar você a estruturar um plano de exportação eficiente, separamos aspectos fundamentais ao planejamento comercial. Confira!

Conheça a regulamentação (e os tributos)

Os gestores de comércio exterior estão habituados a enfrentar uma série de particularidades. Considerando que cada país estabelece suas próprias regras, é comum encontrar divergências profundas entre uma negociação e outra. Você deve se preparar para ajustar o que for necessário — de documentos a modais logísticos.

Para minimizar a incidência de erros, o ideal é dominar a dinâmica do país de origem e consultar a regulamentação do destino. É possível, por exemplo, aproveitar-se de isenções e benefícios fiscais, amortizando a carga de impostos.

Ainda assim, não se esqueça de que as normas fiscais são um assunto crítico e convém confirmar quais são as taxas obrigatórias (nacionais e internacionais) e quais tributos devem ser pagos no ato da transação. Na prática, esse tipo de preocupação evita prejuízos, agindo como um catalisador de negócios globalizados. Vale o esforço!

Levante os recursos internos

A exportação é uma alternativa viável para produtores nacionais. De acordo com o Ministério da Economia, de janeiro a maio de 2020 a balança comercial brasileira apresentou saldo positivo (superávit) de mais de US$ 16 bilhões, o que torna ainda mais evidente o ótimo potencial para o comércio no exterior.

Frente a um mercado atrativo, é natural que os gestores considerem a possibilidade de escoar mercadorias para outros países. O primeiro passo, portanto, é levantar quais recursos internos serão indispensáveis ao movimento internacional.

No caso de um aumento expressivo das vendas, por exemplo, você deve analisar a capacidade da fábrica de dobrar (ou mesmo triplicar) a produção. Ao conhecer as limitações da sua empresa, você ganha segurança e efetividade para explorar as potencialidades da operação — dentro e fora do Brasil.

Estruture a logística

Não seria exagerado dizer que a logística é o coração da exportação. O setor é diretamente afetado por aumentos expressivos na demanda de escoamento — e, para assegurar a eficiência das transações, deve estar preparado para absorver demandas maiores e mais complexas.

Os modais de transporte, por exemplo, podem variar bastante. A depender do destino e do tipo de acordo firmado com o cliente, é possível usufruir de malha terrestre, marítima ou aérea, contrapondo os custos (inclusive com exigências legais particulares) e os benefícios de cada opção.

Outro fator relevante, ainda que geralmente negligenciado, diz respeito à escolha de embalagens adequadas. Para cargas enviadas a trajetos longos, o mais conveniente é investir em proteção extra, a fim de preservar a integridade do produto até que ele chegue às mãos do cliente. Por isso, o melhor a fazer é incluir a informação no planejamento e, assim, garantir que as caixas estejam disponíveis no momento correto.

Organize um plano de Marketing e Vendas

O plano de exportação deve relacionar as estratégias comerciais do produto para cada país de destino. Lembre-se de que regiões diferentes têm tradições distintas e o respeito às tradições locais pode garantir vendas volumosas e lucros expressivos.

Dedique-se a estudar as particularidades de cada nação e modele as táticas de vendas a partir de uma ótica fortemente cultural. No Oriente, por exemplo, seja reservado; na América, permita-se ser mais expansivo. As sutilezas de cada povo devem nortear o plano de Marketing.

Além disso, muito cuidado com os excessos: você certamente tem mais chances de sucesso quando conhece em profundidade o perfil do cliente. Capriche!

A essa altura, fica claro que o plano de exportação desponta como um documento essencial ao desempenho comercial de excelência no exterior. Se você ainda está inseguro, não se preocupe: a Pibernat tem mais de 30 anos de experiência em integração logística e oferece soluções completas para quem deseja explorar o mercado internacional com prudência, segurança e ótimos retornos. 

Precisa de ajuda com o planejamento? Entre em contato conosco e saiba como podemos ajudar você a desbravar novos horizontes e maximizar suas vendas. Sucesso e até breve!

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