5 tendências do comércio exterior para 2020

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Já faz algum tempo que o mercado internacional deixou de ter fronteiras. Os limites de território foram suprimidos por tecnologias cada vez mais eficientes, o que também acabou por tornar as transações comerciais entre países uma realidade frequente. Se você faz parte desse contexto, atenção: é preciso ficar por dentro das tendências do comércio exterior para manter-se competitivo

Os líderes de indústrias que atuam internacionalmente têm, portanto, uma missão bastante desafiadora: entender a realidade do mercado e observá-la sob a ótica de perspectivas cada vez mais inovadoras. Os processos de importação, por exemplo, requerem conhecimento e cautela, exigindo profissionais bem preparados.

Como tudo muda muito rápido, é fundamental antever os rumos do comércio e preparar-se para as nuances estrangeiras. Neste conteúdo, você entenderá um pouco mais sobre o assunto e, ao final da leitura, terá mais segurança para tomar decisões importantes ao negócio. 

A realidade da indústria 4.0

Muito embora possa parecer uma afirmação exagerada, não há excesso em dizer que a tecnologia mudou o mundo. A indústria, é claro, não escapou à nova conjuntura: processos foram simplificados graças a softwares poderosos e, com isso, as fronteiras que costumavam segmentar o mercado ruíram em definitivo.

Em 2011, durante um evento do setor na Alemanha, a expressão “indústria 4.0” foi usada pela primeira vez. Na ocasião, o termo definiu um conjunto de estratégias voltadas à utilização de ferramentas supermodernas nas linhas produtivas de bens de consumo — tais como big data, inteligência artificial e internet das coisas.

Na prática, o conceito de “indústria 4.0” descreve um processo contínuo de aprimoramento de recursos. As máquinas, por exemplo, evoluem a passos largos, tornando o fluxo de trabalho mais rápido, seguro e consistente.

Automação em alta

Se, pouco tempo atrás, a linha de produção demandava alta intervenção humana, expondo os procedimentos a um risco expressivo de erros operacionais, hoje, a realidade é bem diferente: tecnologias robustas comandam a fábrica de forma a otimizar recursos e retornos.

Diante disso, é pertinente apontar que a indústria 4.0 representa um salto de automação. O que antes era complexo — por isso, geralmente, caro e perigoso —, agora é ágil, preciso e inteligente.

A missão da indústria 4.0 é alavancar a operação das fábricas e garantir que sejam cada vez mais produtivas. Afinal, só a tecnologia de ponta é capaz de potencializar análises e processos, entregando resultados cada vez mais vigorosos e saudáveis.

Trata-se de uma necessidade urgente, tanto quanto de uma realidade inquestionável: o mundo é tecnológico e os gestores de comércio exterior precisam se antecipar aos novos eventos!

5 perspectivas e tendências do comércio exterior

Os líderes corporativos lidam diariamente com as nuances do mercado. Quando o assunto é comércio exterior, a complexidade das variáveis tende a ser potencializada — uma vez que cada cultura segue princípios distintos de negociação, mas, geralmente, se rende a tecnologias semelhantes. 

É justamente por isso que a análise recorrente das tendências mundiais precisa ser levada em consideração no momento de viabilizar parceiras em terras estrangeiras. O sucesso de uma negociação também está na clareza dos recursos e na qualidade das decisões.

Confira, agora, algumas das principais perspectivas (e apostas) para o setor!

1. Abertura do mercado

As fronteiras mundiais tendem a ficar mais difusas. Isso permite que empresas internacionalizadas fortaleçam suas relações e trabalhem em conjunto para registrar lucros cada vez mais expressivos. 

É justamente por isso que acordos comerciais são excelentes catalisadores de resultados. Principalmente para os gestores de comércio exterior, a negociação de qualidade desponta como uma das prioridades operacionais.

Nos processos de importação, por exemplo, a abertura de mercado cria um novo horizonte de oportunidades: fornecedores qualificados podem ser avaliados sob uma ótica mais ampla e ainda mais competitiva, o que favorece a escolha de parceiros com o melhor custo-benefício.  

2. Mudanças nas exigências governamentais

A legislação que regulamenta as transações internacionais é dinâmica e está em constante aprimoramento. O que vale hoje, servindo como base para orientar a tomada de decisão de líderes da área, não necessariamente permanecerá em vigor por muito tempo.

No esforço para evitar transtornos e prejuízos, obedecendo integralmente às deliberações dos órgãos responsáveis, é preciso manter-se atento às mudanças legais e certificar-se de que os parceiros comerciais fazem o mesmo. Sobretudo na importação, em que as regras nacionais são rígidas — e, muitas vezes, também bastante burocráticas — vale reservar tempo para entender a complexidade operacional.

Uma coisa é certa: as mudanças são inevitáveis e as empresas mais competitivas precisam se antecipar a elas.

3. Automação

A automação de processos é, sem dúvida, uma das grandes tendências empresariais. Muito embora a tecnologia já tenha alterado a realidade corporativa, é nítido que há muito mais por vir — e que as companhias mais lucrativas serão aquelas mais capazes de incorporar novas tecnologias às suas rotinas.

A associação de recursos cada vez mais eficientes, tais como a inteligência artificial e softwares integrados, é a resposta para simplificar atividades e otimizar recursos, sejam eles físicos, sejam humanos ou financeiros. O fluxo de caixa agradece!

A automação é a grande aposta dos gestores engajados e deve ser uma prioridade também para os líderes de importação. Bons sistemas empresariais, por exemplo, potencializam análises e automatizam tarefas, reduzindo a incidência de erros, enquanto agregam credibilidade às decisões estratégicas. 

4. Decisão orientada por dados

Há um consenso de que os dados têm sido mais valiosos que petróleo. A máxima revela a importância de prestar a devida atenção aos números internos, organizando-os de forma a tecer insights que singularizem e diferenciem o negócio frente ao mercado — galgando-o, assim, a níveis significativos de produtividade.

Na importação, muitas informações podem (e devem) ser utilizadas de forma mais consistente e estratégica. No Fiscal, por exemplo, é possível compilar o total de impostos pagos e, em seguida, reavaliar o planejamento tributário, garantindo que as melhores escolhas — ou seja, as mais saudáveis aos cofres da companhia — sejam tomadas e mantidas.

Da mesma forma, os dados podem ajudar na seleção de fornecedores. O acompanhamento rígido de pedidos, que inclui o monitoramento de prazo e o histórico de preços, permite uma análise mais profunda da qualidade do parceiro, estimulando o relacionamento ou evidenciando a necessidade de procurar novas empresas.

5. Gerenciamento de riscos e compliance

A importação é uma atividade promissora e rentável, mas, assim como em muitos outros ramos do comércio exterior, envolve riscos que devem ser considerados no momento de tomar decisões. Práticas antiéticas ou ilícitas, por exemplo, podem decorrer de negligência em processos cotidianos, nos quais haja gargalos produtivos ou gerenciais.

Além disso, possíveis fraudes nas contas podem ser camufladas pelas operações cambiais e obrigações tributárias, exigindo acompanhamento estrito e auditoria frequente. Nesse contexto, o compliance é essencial para assegurar a lisura das transações e a conformidade da empresa perante normas, regulações e exigências.

Ou seja: uma prática essencial para companhias que se pretendem sustentáveis e lucrativas no curto, médio e longo prazo.

Na prática, parte do segredo é cercar-se de profissionais sérios, competentes e que nutram três desejos em comum: conquistar novos mercados, estabelecer relações tão produtivas quanto duradouras e minimizar transtornos ao longo do processo. Ao gestor, fica o conselho: dedique-se à análise de parceiros e certifique-se de contar com especialistas em importação para aproveitar as tendências do comércio exterior!

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